segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Profissionalismo a toda prova

Sou detalhista, perfeccionista, gosto de um lugar para cada coisa e cada coisa em seu lugar. Agora imagine uma pessoa assim querendo fazer alterações no blog sem conseguir por falta de conhecimento e domínio do assunto.
Por conta disso quase cheguei a virar a noite procurando um template e efetuando testes.
Daí que, cansada de quebrar a cabeça, joguei a toalha e chamei a Elaine.
Fala sério que a mulher é danadibôa e fez tudo, tudo que eu pedi e mais um pouco.
Não ficou uma belezura este meu novo cantinho? Tá do jeitinho que eu queria gente!
Um arraso!
Fiquei tão feliz, mas tão feliz que consegui manter minha RA(afinal o blog foi criado para ajudar no meu emagrecimento).
Você também quer dar um up no seu bloguinho?
Chame a Elaine, sinônimo de profissionalismo a toda prova!



Além de todas as qualidades que enumerei [eita que não sou  nada humilde] também tenho um defeitinho [entre tantos outros]. Quando aprendo fazer alguma coisa que acho legal, pode até ser uma nova receita, fico repetindo até enjoar. É o caso dos moranguinhos de tecido que amei confeccionar: super fáceis e muito fofos [ver aqui]. Cada trio que faço, aproveito para presentear as amigas.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Como se não houvesse amanhã

Fiquei chocada com o falecimento de uma blogueira light, a Aleinad. Tão novinha e cheia de planos. Poucas vezes comentei no seu blog, mas tinha carinho por ela. Esses acontecimentos nos fazem refletir que devemos viver a vida "como se não houvesse amanhã". E é pela vida que volto a escrever sobre a morte. A mensagem é: nunca descuidar da saúde e procurar ajuda médica sempre que necessária. A história de Aleinad, a Daniela, talvez pudesse ter tido um outro final [leia aqui]. Dani, onde quer que esteja, fique em paz!
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Eu estou lendo o livro "Pense Magro" e tem muita coisa lá que estimula a gente. O que não estou gostando é da história de ter que confeccionar cartões, ler e preencher tabelas todos os dias. Definitivamente não sou disciplinada e não gosto de nada complicado e sempre me esqueço de passar na papelaria para comprar os tais cartões. Mas vou tentar mesmo assim. Percebi que o mote do livro é o condicionamento. Ele investe nisso, daí a mudança de hábitos.
Janeiro está indo embora e eu, como sempre, não fiz metade daquilo que planejei. Vou criar uma agenda permanente no blog pois sempre entro aqui nem que seja para deixar um ou outro comentário. Daí vai ficar mais fácil eu me policiar. Minha genda de papel fica dias sem sem aberta. Então este é o lugar mais indicado para que eu não perca de vista tudo aquilo que me comprometi a realizar e com as alterações que a Elaine Gaspareto está fazendo, o blog vai ficar muito mais atraente visualmente.
Só vai ficar faltando a blogueira que vos escreve incrementar os posts. Ando tão desanimadinha e sem assunto!  Principalmente porque a RA vai de mal a pior e, para ajudar, minha balança pifou. Ontem me pesei e ela me mostrou 94,2 kg. Que é isso gente???? Tá certo que tenho tomado sorvete [aquele de potinho] todas as noites. Amore tá viciado e eu, por tabela, também [isso vai passar, tem de passar, aff!]. Mas não ia fazer tanta diferença em tão pouco tempo, né? Passei na farmácia e deu 83,3 kg. Engraçado é que não saio desse peso.
Por isso vou tratar de ir agora mesmo até a praia caminhar um pouco, tomar um pouquinho de sol, dar um mergulho e recarregar as baterias com energia positiva para enfrentar a semana que começa.
Beijokas.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

M de mãe

Blogagem coletiva
"MINHA DECLARAÇÃO DE AMOR

Nasceu em família humilde, quinto rebento de um total de seis. Rosinha nasceu antes da caçula Paula. Meninas criadas sem pai que se emperiquitou pela vizinha e abandonou o lar. Moravam todos no interior mas, pelas circunstancias da vida, tiveram de mudar para a cidade grande. São Paulo com seus arranha-céus imponentes, avenidas de puro concreto, era bem diferente do bairro simples de casinhas de madeira com florzinhas na janela e quintais com árvores frondosas onde costumava passar grande parte do tempo esquecida da vida, sonhando com seu príncipe encantado.

Um dia, numas das incontáveis voltas pela pracinha próxima a casa, única diversão possível para aquela menina pobre de 16 anos, após um dia de trabalho árduo como doméstica, recebeu das mãos de sua amiga, um bilhetinho que dizia assim:

A você morena bonita

Que eu nem sei o seu nome

Entrego meu coração

Porque o amor me consome

Rosinha ficou muito intrigada e curiosa querendo saber logo quem era o seu admirador apaixonado.

Tratava-se de Otávio, funcionário público, doze anos mais velho. Morava em Santos e de quinze em quinze dias ia à capital visitar familiares. Numa dessas idas avistou Rosinha que lhe roubou o sossego desde então. Logo estavam noivos. A menina não queria mas a mãe ralhava com ela dizendo:
-Você não pode perder esse partido - e recolocava no dedo de Rosinha a aliança reluzente que ela teimava em tirar sempre que havia uma oportunidade. Com o tempo acostumou-se à ideia de casar-se.

Otávio a visitava semana sim, semana não, com seu impecável terno de linho branco, chapéu de lado, nas mãos uma caixa de bombons e uma revista. Rosinha dizia às amigas:

-Vou levar uma vida de rica. Quem sabe ainda contrato uma de vocês para ser minha empregada. E riam, como elas riam fazendo planos.

Casou-se e foi morar no litoral.

Viu cada ilusão ser apagada pela gravidez imediata e a necessidade de trabalhar para ajudar nas despesas da casa para onde voltava exausta depois de um dia entre panelas, vassouras, esfregões e um tanque cheio de roupa suja.

O cansaço e o sono não permitiam que esperasse Otávio chegar da escola onde cursava o colegial.

Os anos passaram e Rosinha, a menina-mulher submissa, passava com eles. Querida por todos, sempre pronta a ajudar quem quer que fosse, teve três filhos. 

Orgulho-me de ter tido uma mãe como ela. Mãe por parentesco, mas acima de tudo uma amiga.
Me lembro das conversas que tínhamos sobre garotos. Das tardes em que ficávamos bordando paninhos de prato depois que eu chegava do colégio. Do chocolate que ela sempre comprava quando íamos ao centro fazer compras. Da sua paciência e palavras carinhosas quando eu contava sobre uma paixão não correspondida. Do apoio que me deu quando meu casamento terminou. Do seu riso fácil e contagiante. 
Dizia que ia viver só até completar 40 anos. Sobreviveu até os 56 quando foi vítima de um câncer agressivo que ceifou sua vida em seis meses.

Quantas vezes me peguei voltando para casa, depois de uma balada, rindo que nem boba sob o efeito do álcool, pensando que tinha de contar para ela as últimas peripécias da noitada.

O quarto vazio me chamava à realidade.

Ela se fora. Minha mãe, minha amiga, já não estava comigo.

E assim, sempre que acontecia alguma coisa ruim na minha vida e eu sofria, lembrava de minha mãe que aguentou corajosamente todas as dores provocadas pela doença.

A única vez que a vi reclamar foi na noite em que ela morreu.

Suas últimas palavras foram: filha, a mãe não aguenta mais de dor.

Desesperada busquei socorro na enfermaria exigindo que alguma coisa fosse feita porque minha mãe não podia sofrer. Logo ela, uma santa, um poço de bondade, um anjo bom na minha vida, não merecia passar por tudo o que vinha passando.

O enfermeiro colocou algo no soro e ela dormiu. Dormiu para não mais acordar entre nós. Despertou, com certeza, em um lugar lindo para onde são levados os anjos.

Mãe, nunca vou esquecer você, o grande amor da minha vida!

Este texto faz parte da Blogagem Coletiva de 
1º Aniversário do A Vida de Uma Guerreira

sábado, 15 de janeiro de 2011

Meu incentivo


Ele chegou finalmente.
E foi a Lilith quem mandou.
Vai ser uma ferramenta e tanto para me ajudar a manter a dieta
 e chegar no peso que eu quero.
Beijokas e bom findi!

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Rio de Janeiro

Ontem não pude conter as lágrimas diante da apatia e desespero de um pai de família que perdeu tudo o que tinha  vítima das chuvas.
Gostaria de ouvir alguma coisa diferente daquilo que estamos ouvindo há dias sobre as perdas materiais e humanas, sobre pessoas soterradas e desaparecidas, gente que não tem o que comer, cidades sem água, luz ou comunicação com outros locais.
Queria ouvir nos noticiários que famílias foram adotadas e receberão toda ajuda para reaver seus bens, documentos e roupas.  Ou ainda que o governo vai construir,  a toque de caixa,  moradias para serem distribuídas ou sorteadas entre os mais necessitados (será que dá para medir quem necessita mais e quem necessita menos?). 
Sei lá, qualquer notícia que demonstrasse mais união entre os seres humanos, mais interesse  e compaixão pelo próximo, mais importância com a VIDA alheia.
Espero que os donativos que começam a ser arrecadados cheguem realmente a seu destino e que centenas de pessoas solidárias possam se prontificar a ajudar. 

Atualizando: dói muito saber que ainda tem gente, não contente com tamanho sofrimento e desolação,  com coragem de inventar boatos sobre rompimento de represa e arrastão. Oremos pela humanidade.