quarta-feira, 25 de julho de 2012

De volta pro meu aconchego

Ainda de férias, mas já de volta à minha casa. Como é bom voltar! Dormir na minha caminha sem hora para acordar. Chegamos ontem de Aracaju. Amore quis visitar sua mãe que não via há mais de três anos. Ela mora em uma cidadezinha no interior de Sergipe. Eu ainda não a conhecia e fiquei apreensiva e ansiosa. Pura perda de tempo porque ela me recebeu muito bem. Além de visitar minhas cunhadas e passear pela cidade, não podia deixar de conhecer o Cânion do Xingó em Canindé de São Francisco. A paisagem é deslumbrante com magníficas formações rochosas. Em Aracaju fomos aos mercados que vendem artesanato e à praia de Atalaia. A viagem foi muito cansativa. Seis dias na estrada, dormindo e comendo mal e enfrentando trânsito lento por conta de obras em vários pontos da BR-381. Nunca mais me aventuro a ir de carro. Prefiro as mordomias de uma agência de viagens para não ter a preocupação de, após 12 horas dentro de um veículo, não achar um local decente para pernoitar. Tirando esse imprevisto e a maratona para encontrar um hotel em Aracaju que não estivesse lotado, tudo correu maravilhosamente bem. Agora é vida normal e retomar a RA que ficou propositalmente e completamente esquecida.

Trânsito lento...fala sério!

Figuras polêmicas.


A ponte ao fundo separa Sergipe de Alagoas.

Formações exuberantes.

Água cristalina.

Encantada com a paisagem.

Onde está Lili?

Comprinhas não poderiam faltar.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Já pensou se a moda pega?


Ainda não consegui assistir ao programa da Fátima Bernardes por razões obvias. O horário em que ele é veiculado estou trabalhando, ou será o contrário?

Não importa.

O que importa é que ontem tive a oportunidade de pegar o finalzinho do dito cujo e fiquei decepcionada com o que vi. Não sei quem estava ensinando a descascar um ovo cozido em 10 segundos. Ai, meus sais! Será que não tinham nada mais relevante para ensinar? Acho que o tema cairia melhor no programa da Ana Maria Braga, mas vamos ao passo a passo:

  1. Pegue o ovo ja cozido e bata uma de suas extremidades em alguma  superfície para quebrá-lo (como você faria da forma normal) e descasque a “tampa”.
  2. Faça o mesmo com a outra extremidade.
  3. Desta forma você tem dois buracos nas extremidades do ovo.
  4. Agora é só assoprar com força em uma das extremidades que o ovo sairá pelo outro lado.
Simples, não?Cuidado somente para ele não ir parar longe.
Já pensou se a moda pega?
Nunca mais como, fora de casa, pratos que contenham ovos cozidos.

Imagine uma maionese feita com ovos contaminados com saliva? Argh! Tô fora!

Aqui o link de um dos vídeos para quem quiser aprender a técnica que, no meu entender e de acordo com minhas noções de higiene, poderá ser utilizada para descascar o ovo que você e só você irá comer.

Estava procurando uma ilustração para colocar no post e me deparei com esta notícia aqui:
http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2012/03/ovo-cozido-em-urina-de-criancas-e-petisco-popular-em-cidade-da-china.html
Se você pensa que já viu tudo em matéria de ovos cozidos, vá lá despiar. Dá vontade de vomitar.
E eu achando uma cuspidinha no ovo o fim do mundo!


Já que estamos falando de comida, tenho de contar que ontem passei boa parte da noite dormindo sentada.

É que a esganada aqui, bem na hora de dormir, isso lá pelas 23h30, resolveu que estava com vontade de comer alguma coisa.

Como geladeira de quem faz [tenta fazer] dieta ou RA ou qualquer outro nome que se dê ao ato de privar-se de comer aquilo que gosta e que tem vontade, nunca tem nada de gostoso, ataquei o pão de centeio mesmo. Duas fatias com margarina e meio copo de refrigerante zero.

Foi uma revolução no meu estômago gastroplastizado! A comida ia e vinha numa sinfonia de dar dó.

O jeito foi ajeitar os quatro travesseiros [roubei os dois do amore] e tentar dormir sentada. A última vez que olhei o relógio passava de uma e meia da manhã e eu já havia acordado umas três vezes. Isso vem acontecendo com certa frequência. Jurei que nunca mais comeria após às 20 horas.Vamos ver se  consigo manter a promessa!

domingo, 1 de julho de 2012

Fazendo arte

Na sexta-feira participei de uma oficina de pintura no Ateliê Arte Nas Cotas.  Todas as pessoas que lá estavam passaram a manhã fazendo arte auxiliadas pelas alunas veteranas e pela coordenadora Fernanda. 
Estas peças foram feitas por mim.
A técnica empregada foi o estêncil. Super fácil, rápido e com um resultado fantástico! 






Não abandonei o crochê, não!
É minha paixão ofuscada pelas atividades da facul. 
Depois mostro o que ando tecendo.
Agora estou em provas e conclusão do meu estágio de gestão.
E como diria Luciano Huck... loucura, loucura, loucura!

segunda-feira, 18 de junho de 2012

A menina, a avó e a maçã

A cena que presenciamos hoje, eu e a guardete que trabalha comigo, foi deprimente! 
Quase na hora de sairmos para o almoço, na porta do nosso local de trabalho, uma senhora se aproximou com uma menina de uns 7 ou 8 anos e perguntou pelo Conselho Tutelar. Informei que havia mudado de endereço. A senhora, então, começou a reclamar: disse que já não aguentava mais ser jogada de um lado para o outro, que haviam dito, na escola  onde  a  menina estudava -Raquel, esse era o nome da garotinha-, que o órgão ficava naquela rua. Argumentei que não mais. Havia muito que o atendimento passara a ser feito em outro local. 
- Eu não tenho dinheiro para ficar prá lá e prá cá. Na escola disseram que se a mãe dela fosse lá, estaria tudo resolvido. A mãe dela foi e disseram que não podia ser ela porque eu tenho a guarda da menina. Eu nem queria! Só fico com ela porque meu marido quer. Por mim já tinha devolvido ela pra mãe.
Ouvi aquilo indignada. Como uma avó rejeitava uma neta de apenas oito aninhos? Trocamos olhares, eu e a guardete que assistia à cena calada.
Disse à senhora que o local ficava perto e não precisaria de condução para ir até lá.
Ela então perguntou-me sobre o cartório. Respondi que só  abriria às 13 horas.
-Então vou lá no Conselho Tutelar e depois volto, retrucou a mulher.
Assim que ela saiu com a saltitante e irriquieta menina, a guardete disparou:
-Você viu o que ela falou da netinha? Como pode uma coisa dessas?
Fiquei feliz por minha amiga não ter ficado indiferente à cena e, ao mesmo tempo, triste por existirem pessoas tão pequenas e desprovidas de amor ao próximo. 
Por mais que a menina fosse uma peste, aquela mulher não tinha o direito de falar aquelas coias na frente da garotinha.
Passava das 15 horas quando avistei a mulher sentada do outro lado da rua. Raquel saltitava pela calçada cantando e correndo.
Chamei a garota. 
Ela atravessou a rua e sua vó a seguiu.
- Você gosta de maçã?
- Gosto, respondeu com olhar desconfiado.
Abri a bolsa e lhe entreguei a fruta.
Ela estendeu a mão e disse: preciso lavar.
-Não, eu já trouxe a maçã lavada de casa, disse eu, pode comer.
-Minha mão. Preciso lavar a mão, ela sorriu.
Levei-a até o banheiro, lavei suas mãozinhas tão pequeninas e perguntei:
-Você almoçou?
Ela balançou a cabeça afirmativamente.
Menos mau, pensei.
A avó agradeceu e as duas se foram.
Fiquei pensando o que a mãe de Raquel havia feito para perder a guarda da filha e porquê a avó não queria a menina, tão educadinha que até lava as mãos antes de pegar o alimento.
Ô mundo cão! 
Tanta gente querendo um filho e não tem, não é?

quarta-feira, 13 de junho de 2012

A enrolação da

Não tem coisa pior que mau serviço prestado. Meu celular é OI e há muitos meses participo da promoção que dá bônus diário para ligações locais para fixo e torpedos para qualquer operadora.  Acontece que a promoção terminaria dia 31 de maio. A inteligentíssima que vos escreve recebeu um torpedo sobre a promoção FALE ILIMITADO e, pensando que estava ligando para pedir informações sobre a dita cuja, acabou trocando de promoção. A nova, dá direito a ligações para OI, OI fixo e torpedos para qualquer OI do Brasil.
Oras bolas! No estado de São Paulo não há OI fixo. Não tenho ninguém para ficar mandando mensagens pelo Brasil afora, logo essa promoção não me serviria de nada! 
Daí que estou desde o início do mês ligando para a OI pedindo para voltar à minha antiga promoção. E eles dizendo que a promoção que dava direito a  ligar para fixo não existia mais. Quando a promoção do amore, que era igualzinha a que eu tinha, foi foi renovada até dezembro, me enchi de razão e liguei de novo. Uma hora eles diziam que estavam providenciando,  em outra, que não seria possível. E eu insistindo, insistindo...
Hoje, finalmente, uma atendente mais esclarecida disse que era possível sim voltar à antiga promoção desde que eu pagasse a adesão de R$ 9,90. Pediu para que eu ligasse para determinado número. 
Caraca!!!! Porque não me disseram isso antes das trocentas ligações que tive de fazer? Em cinco minutos, falando com a pessoa certa, problema resolvido! Agora já posso ficar pendurada no celular falando com asamigas Estou tão feliz!!!