sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Você já se sentiu o primo pobre?
Estava tentando responder a uma questão da prova da faculdade (só falta uma semana para terminar o curso) sobre ética e, do nada, me veio à mente uma situação vivida no início do ano.Em uma dessas festinhas familiares com uns poucos convidados quando, em determinado momento, o assunto descambou para comidas saudáveis e dietas. Toda boa dieta que se preze tem por base a salada. Daí que eu disse que adoro salada, mas que se eu tivesse um secador de salada em casa, com certeza ela faria parte do meu cardápio diário.Daí que ela disse: -Não seja por isso, pode ficar com este aqui e me estendeu o aparato. Ia dizer que não queria (o bichinho era grande demais e ocuparia um baita espaço no meu pequeno armário) mas, para não fazer desfeita, sorri agradecida. O assunto mudou e o papo corria solto. As horas foram passando, cantou-se o parabéns, o bolo foi cortado e alguns convidados começaram a se retirar.Quando já todos haviam-se retirado, levantei-me, peguei meu secador de salada e fui-me despedindo.Foi aí que ela disse: - Onde você vai com isso? Eu estava brincando, não vai levar, não!De tão pasma, fiquei muda.Disse um tchau meio sem graça e saí indignada me sentindo o primo pobre daquele programa humorístico que passava na TV.
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Meu último trabalho
O datador da máquina não foi acertado, assim a foto ficou com data de 2008, mas o tapete foi confeccionado no início de novembro.
Já estou tecendo outro também nesta cor que acho linda!
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Jujubas
A Margaret andou falando tanto em jujuba que
não resisti. Ela, a Margaret, publicou lá no face que comprovadamente seis jujubas tem 72 calorias. Olha aí povo da dieta dos pontos...até que de vez
em quando dá para fazer uma extravagância, não é?
Hoje, após o almoço, bateu aquela
vontade de comer um docinho. Fui até a padaria e comprei um pacotinho com umas
míseras dez jujubinhas. Abri o saquinho e comi só duas numa tentativa de não
extrapolar nas calorias. Entra o aprendiz na minha sala com um
pacotão delas e muito mais gostosas que as minhas. Daí que troquei com ele. Separei num pires para ir comendo aos poucos. De repente, quando
me dei conta, acabaram-se as do pires e as do pacote porque comi todas, inclusive as de sabor chocolate que ele não gostou. Decididamente não tenho
autocontrole. A Margaret tem. Morri!
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| as minhas |
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| as dele |
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| delícia... |
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Claras em ponto de neve
Hoje, enquanto preparava uma torta, ao bater as claras em
neve, lembrei-me de minha querida mãe.
Quando tinha meus nove anos de idade eu sempre ficava
observando quando ela fazia um bolo. Daí
que ela ia explicando que as gemas deveriam ser muito bem batidas com o açúcar
e a manteiga que era para ele não ficar com gosto ou cheiro de ovo.
Ela também dizia que o fermento vinha antes das claras e
brincava: “se fermento faz crescer, fermento nele (no bolo) a valer! Quero que
o bolo fique gigante que é pra eu comer bastante!” e ríamos muito.
Sempre recomendava que eu não deixasse cair sequer uma gotinha
de água no prato onde as claras esperavam para serem batidas até ficarem branquinhas
em ponto de neve. Não tínhamos batedeira.
Descobri, muitos anos depois e por puro acaso, que isso não
passa de mito.
Ela já nem estava mais neste plano para que eu pudesse lhe
contar minha brilhante descoberta!
Ah, minha mãe! Domingo, dia 9, ela completaria 71 anos.
Muita, muita luz para ela e muita saudade para mim.
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